Deusa Orquídea
1ª Edição – Piauí
De retalho em retalho,
vou vivendo.
Entre o riso e o suspiro,
vou me valendo,
da infância até o agora,
houve um grande atalho.
Deixei a minha adolescência,
pousada nos braços do trabalho.
E se um dia quis de prata,
o céu pintar,
neste desejo tão singular,
também acalantei o mar,
quando se vestia de cristal
sob a luz do luar.
E assim de emenda a emenda,
carregando a coragem como prenda,
fui no tempo florescendo,
com a juventude desaparecendo,
os dias as pressas iam morrendo.
Não quis de prata o céu pintar,
à beira-mar eu só quis amar,
pois meus cabelos platinados
revelaram-me alarmados
que o tempo corre apressado.
Porém no seio dessas andanças,
fiz algumas mudanças,
acalentei no peito esperanças.
Rumei junto à harmonia,
com a alma envolta da poesia,
firmei meus passos com sabedoria.
E se acaso eu esbarrar com a hipocrisia
beijo lhe a medonha face,
estraçalho o seu disfarce,
extraio seu veneno
e saio serena.
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sábado, 28 de janeiro de 2017
Lugar Sagrado
João Carvalho Fontes
1ª Edição – Piauí
Bom dia, João-de-barro!
Fiz minha casa num atalho
você fez a sua em frente a minha
A cultura desse lugar conta:
Quando um joão-de-barro faz sua casa num lugar
torna o lugar sagrado
Que seja assim
pra você e pra mim.
1ª Edição – Piauí
Bom dia, João-de-barro!
Fiz minha casa num atalho
você fez a sua em frente a minha
A cultura desse lugar conta:
Quando um joão-de-barro faz sua casa num lugar
torna o lugar sagrado
Que seja assim
pra você e pra mim.
Amar
Luiza Cantanhêde
1ª Edição – Piauí
O que mais se aproxima
Do nada
O que destrói em fração de
Segundos
O que atiça o avesso e o
Imprevisto
Amar
Amar o inaudito
O rito dilatando as oferendas
A pele do caos delineado nos
Olhos do Arcanjo
Amar as coisas sem nome
Amar
Enquanto o vazio aprende a
Domar sua cólera
Sua insurgência
Sua agonia.
1ª Edição – Piauí
O que mais se aproxima
Do nada
O que destrói em fração de
Segundos
O que atiça o avesso e o
Imprevisto
Amar
Amar o inaudito
O rito dilatando as oferendas
A pele do caos delineado nos
Olhos do Arcanjo
Amar as coisas sem nome
Amar
Enquanto o vazio aprende a
Domar sua cólera
Sua insurgência
Sua agonia.
Silenciar
Farias Furtado
1ª Edição – Piauí
O
Cosmo
Silencia
O
Caos
É
Turbulento
O
Homem
Vive
A
Turbulência
Do
Caos
Silenciar
Seria
Louvável
Silenciar
Calmaria
Vida
Introspecta
Vida
Escatológica
Silenciar
É
A
Pura
Lógica!
1ª Edição – Piauí
O
Cosmo
Silencia
O
Caos
É
Turbulento
O
Homem
Vive
A
Turbulência
Do
Caos
Silenciar
Seria
Louvável
Silenciar
Calmaria
Vida
Introspecta
Vida
Escatológica
Silenciar
É
A
Pura
Lógica!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
POR VOCÊ
Deusa Orquídea
1ª Edição - Piauí
Era por você que eu suspirava.
Do raiar do dia ao brilhar da lua.
No brilho de seu olhar me fitava.
Quando me sentias plenamente nua.
Num simples gesto me suplicava.
Na intensidade de fazer-me sua.
Com tamanha demasia me beijava.
Eu, tímida murmurava...Me possua.
Era por você que vestia nuanças.
Mil cores realçavam minha feição.
Porém, o tempo fez muitas mudanças.
Por vias do acaso sofreu coração.
Só quando amarrotadas lembranças.
Foi por você que sucumbi de paixão.
1ª Edição - Piauí
Era por você que eu suspirava.
Do raiar do dia ao brilhar da lua.
No brilho de seu olhar me fitava.
Quando me sentias plenamente nua.
Num simples gesto me suplicava.
Na intensidade de fazer-me sua.
Com tamanha demasia me beijava.
Eu, tímida murmurava...Me possua.
Era por você que vestia nuanças.
Mil cores realçavam minha feição.
Porém, o tempo fez muitas mudanças.
Por vias do acaso sofreu coração.
Só quando amarrotadas lembranças.
Foi por você que sucumbi de paixão.
O AMOR E OS AMORES
Farilange
1ª Edição - Piauí
Amor Uno quando Ágape
Amores distintos o nosso
Temos amores de novela
Amores de supermercado
Amores bandido e paixão
Que somem aqui e vão ali
Efêmeros eles já findarão!
Por aparentemente existir
Amores violentos mortal
Amores do bem e do mal...
Que vão ser instalados tal
De forma a destruir assim
O que nasce só de mim!
Amores falsos e banidos
Amores escusos duvido
Amor que vive escondido
Amor destruído sem dó!
Abandonados vivem só
Nascem poeiras após o pó!
1ª Edição - Piauí
Amor Uno quando Ágape
Amores distintos o nosso
Temos amores de novela
Amores de supermercado
Amores bandido e paixão
Que somem aqui e vão ali
Efêmeros eles já findarão!
Por aparentemente existir
Amores violentos mortal
Amores do bem e do mal...
Que vão ser instalados tal
De forma a destruir assim
O que nasce só de mim!
Amores falsos e banidos
Amores escusos duvido
Amor que vive escondido
Amor destruído sem dó!
Abandonados vivem só
Nascem poeiras após o pó!
SONETO DECASSÍLABO DE PURA GRATIDÃO A EUNICE
Paulo Roberto de Oliveira Caruso
1ª Edição - Rio de Janeiro
Gratidão é a flor bem cultivada
desde quando era apenas sementinha
no frondejante campo da alma minha
por tudo que me fez a mãe amada.
Cada pétala sua aveludada
acaricia a mão da mãe-rainha
sempre que filho, com a mãe, caminha
como se na vida houvesse mais nada!
Com grande amor Eunice-mãe por mim
me trouxe fotossíntese viçosa,
a qual reverberou no peito seu.
Espinhos eu não tenho, só carmim
enrubescer de cada maviosa
pétala que a mãe um dia me deu.
1ª Edição - Rio de Janeiro
Gratidão é a flor bem cultivada
desde quando era apenas sementinha
no frondejante campo da alma minha
por tudo que me fez a mãe amada.
Cada pétala sua aveludada
acaricia a mão da mãe-rainha
sempre que filho, com a mãe, caminha
como se na vida houvesse mais nada!
Com grande amor Eunice-mãe por mim
me trouxe fotossíntese viçosa,
a qual reverberou no peito seu.
Espinhos eu não tenho, só carmim
enrubescer de cada maviosa
pétala que a mãe um dia me deu.
ARANHA ESFOMEADA
Josevânio Ferreira de Souza Marques
1ª Edição – Rio de Janeiro
Se eu fosse uma aranha,
morreria esfomeado,
visto que eu teço poemas
através de teias diárias
rotas e sem consistência.
Não conseguiria prender
presa alguma nos meus fios;
nem mesmo tu, amada.
Se deles eu dependesse
para ter o teu amor,
eu morreria solitário,
conquanto te buscasse
incessantemente
a cada verso criado.
(Inspirado em poema de CleiaDröse)
1ª Edição – Rio de Janeiro
Se eu fosse uma aranha,
morreria esfomeado,
visto que eu teço poemas
através de teias diárias
rotas e sem consistência.
Não conseguiria prender
presa alguma nos meus fios;
nem mesmo tu, amada.
Se deles eu dependesse
para ter o teu amor,
eu morreria solitário,
conquanto te buscasse
incessantemente
a cada verso criado.
(Inspirado em poema de CleiaDröse)
RECORDAÇÃO
Angélica Villela Santos
1ª Edição – São Paulo
Recordo-me com saudades
Dos tempos que lá se vão
E quando eu de tenra idade
Brincava com meu pião
Recordo-me com saudade
De minha terra natal
Um rio...Além da cidade
E frutas no meu quintal
Recordo-me com saudade
De minha escola na roça
Tão simples sem veleidade
Cultura numa palhoça...
1ª Edição – São Paulo
Recordo-me com saudades
Dos tempos que lá se vão
E quando eu de tenra idade
Brincava com meu pião
Recordo-me com saudade
De minha terra natal
Um rio...Além da cidade
E frutas no meu quintal
Recordo-me com saudade
De minha escola na roça
Tão simples sem veleidade
Cultura numa palhoça...
NOITE ABSOLUTA
Salete Nascimento
1ª Edição - Sergipe
A noite traz na sua calma
O fantasma que devora o tempo.
O tempo traz no seu silêncio
A utopia que aos poucos me devora
Esses dois me apavoram.
Dentro do ventre do tempo
Guardo meus versos traçados
Que se perpetuarão
Sob um ponto desconhecido
Enquanto isso, permaneço
Buscando um tempo sinistro.
Também devoro meus pensamentos
E com eles, rabisco
A caneta vazada vai manchando
Meus dedos
E esses vão manchando
Dos primeiros aos últimos versos
Que construo nessa imprecisa
E absoluta noite calma e fantasmática.
Agora, entendo, que devo estrangular
O passado e abrir uma via para o futuro
E lá, distante, no silêncio
Extrair o que foi arquivado
No hoje, que amanhã, já não será mais hoje.
1ª Edição - Sergipe
A noite traz na sua calma
O fantasma que devora o tempo.
O tempo traz no seu silêncio
A utopia que aos poucos me devora
Esses dois me apavoram.
Dentro do ventre do tempo
Guardo meus versos traçados
Que se perpetuarão
Sob um ponto desconhecido
Enquanto isso, permaneço
Buscando um tempo sinistro.
Também devoro meus pensamentos
E com eles, rabisco
A caneta vazada vai manchando
Meus dedos
E esses vão manchando
Dos primeiros aos últimos versos
Que construo nessa imprecisa
E absoluta noite calma e fantasmática.
Agora, entendo, que devo estrangular
O passado e abrir uma via para o futuro
E lá, distante, no silêncio
Extrair o que foi arquivado
No hoje, que amanhã, já não será mais hoje.
BRISA DA MANHÃ
Cristina Carla de Oliveira Gomes
1ª Edição - Sergipe
Se a brisa da manhã tocar o teu rosto e num gracejo fogoso fizer teus cabelos brincar, saiba que é um carinho meu, que sem querer dizer adeus, pedi ao vento para te entregar...
Se ao andar pelas matas sentir o cheiro da vida, de folhas secas e molhadas, perfume de flores, pode ser de jasmim ou qualquer coisa assim, é ainda a minha mensagem que vai com o meu perfume, para você jamais esquecer de mim...
Ao ouvir o barulho de água cristalina, limpa, pura, vai te lembrar minhas loucuras, tentando te conquistar. Uma cachoeira encantada vai te lembrar minha risada, quando eu só existia para te amar...
E ao ouvir pássaros cantando, em alguns galhos namorando, recordará algumas canções que a gente escutava baixinho, jogados em qualquer cantinho, deixando a canção dizer, o que havia em nossos corações...
Se alguma gota de orvalho atrevida, em tua face pingar, e mais uma outra, ainda insistente, cair, é apenas uma lágrima que escorregou, é essa imensa saudade a me consumir...
E ao cair da tarde, quando tudo for silêncio, olhe para o horizonte, escute quando a noite chegar. A mesma estrela vai te dizer que, mesmo que nunca mais te encontre, eu jamais vou te esquecer...
1ª Edição - Sergipe
Se a brisa da manhã tocar o teu rosto e num gracejo fogoso fizer teus cabelos brincar, saiba que é um carinho meu, que sem querer dizer adeus, pedi ao vento para te entregar...
Se ao andar pelas matas sentir o cheiro da vida, de folhas secas e molhadas, perfume de flores, pode ser de jasmim ou qualquer coisa assim, é ainda a minha mensagem que vai com o meu perfume, para você jamais esquecer de mim...
Ao ouvir o barulho de água cristalina, limpa, pura, vai te lembrar minhas loucuras, tentando te conquistar. Uma cachoeira encantada vai te lembrar minha risada, quando eu só existia para te amar...
E ao ouvir pássaros cantando, em alguns galhos namorando, recordará algumas canções que a gente escutava baixinho, jogados em qualquer cantinho, deixando a canção dizer, o que havia em nossos corações...
Se alguma gota de orvalho atrevida, em tua face pingar, e mais uma outra, ainda insistente, cair, é apenas uma lágrima que escorregou, é essa imensa saudade a me consumir...
E ao cair da tarde, quando tudo for silêncio, olhe para o horizonte, escute quando a noite chegar. A mesma estrela vai te dizer que, mesmo que nunca mais te encontre, eu jamais vou te esquecer...
AMOR DE CRIANÇA
Alaíde Souza Costa
1ª Edição - Sergipe
Ele sempre a amou
Desde a sua tenra infância
Imaginem, até chorou!
Não de ódio, mas de esperança
Esse era um amor puro, amor de criança...
E mais tarde encontraram-se
Ela, já mulher, passou a amá-lo
Viu nele um homem sozinho
E quis dar-lhe muito carinho
Resgatou o tempo perdido
Tratando-o como querido
O amor dele renasceu
Não mais ele sofreu...
Porém, com o passar do tempo
Infelizmente, não ficaram juntos,
Como nos Contos de Fadas!
Ele descobriu que aquele amor de infância
Na verdade, não mais existia
Era, apenas, um sentimento de vingança...
1ª Edição - Sergipe
Ele sempre a amou
Desde a sua tenra infância
Imaginem, até chorou!
Não de ódio, mas de esperança
Esse era um amor puro, amor de criança...
E mais tarde encontraram-se
Ela, já mulher, passou a amá-lo
Viu nele um homem sozinho
E quis dar-lhe muito carinho
Resgatou o tempo perdido
Tratando-o como querido
O amor dele renasceu
Não mais ele sofreu...
Porém, com o passar do tempo
Infelizmente, não ficaram juntos,
Como nos Contos de Fadas!
Ele descobriu que aquele amor de infância
Na verdade, não mais existia
Era, apenas, um sentimento de vingança...
PELE
Lindalva.quintino@gmail.com
1ª Edição - Minas Gerais
Bela, suave e macia
como um pêssego
a suavidade ao toque
o encantou
jamais sentira uma pele
tão aveludada
veio o desejo
insinuou-se
provocou arrepios
Ter nos braços aquele corpo
e senti-lo centímetro por centímetro
despertou-lhe a imaginação
entregou-se aos seus devaneios...
1ª Edição - Minas Gerais
Bela, suave e macia
como um pêssego
a suavidade ao toque
o encantou
jamais sentira uma pele
tão aveludada
veio o desejo
insinuou-se
provocou arrepios
Ter nos braços aquele corpo
e senti-lo centímetro por centímetro
despertou-lhe a imaginação
entregou-se aos seus devaneios...
UM SONHO REAL
Adilsontinoco63@gmail.com
1ª Edição – Minas Gerais
Estive bem perto de ti,
Mas você, não percebeu.
Toquei sua face,
Teus lábios, por mim foram beijados.
Mas você, não notou,
Novamente não percebeu...
Embalei-a então, em meus braços.
Mais uma vez, não percebestes.
Fiquei... Fiquei apenas te observando.
Em seu leito, deitada, dormitando.
Estava eu, velando-te.
Sem mais nada fazer.
Num súbito relance,
Acordei...
1ª Edição – Minas Gerais
Estive bem perto de ti,
Mas você, não percebeu.
Toquei sua face,
Teus lábios, por mim foram beijados.
Mas você, não notou,
Novamente não percebeu...
Embalei-a então, em meus braços.
Mais uma vez, não percebestes.
Fiquei... Fiquei apenas te observando.
Em seu leito, deitada, dormitando.
Estava eu, velando-te.
Sem mais nada fazer.
Num súbito relance,
Acordei...
AONDE SE ESCONDEM AS ESTRELAS
André Flores
1ª Edição - Rio Grande do Sul
Aonde se escondem as estrelas?
Talvez estejam no brilho de um olhar...
Quem sabe, na doçura de um beijo...
Ou se escondem no fundo d’alma.
Aonde se escondem as estrelas?
Pode ser que saíram de fininho...
Esconderam-se entre a escuridão da noite...
Ou talvez, estavam namorando com a lua...
Transformando a noite...
Num despertar para o amor.
Aonde se escondem as estrelas?
Fugiram para o infinito...
Foram passear por outras constelações...
Mas, voltam logo...
Simplesmente estão aí...
Mostrando o céu de nossas vidas...
Pode ser iluminado...
Encantado e acima de tudo:
Repleto de beleza...
Com a luz e a infinidade do amor.
1ª Edição - Rio Grande do Sul
Aonde se escondem as estrelas?
Talvez estejam no brilho de um olhar...
Quem sabe, na doçura de um beijo...
Ou se escondem no fundo d’alma.
Aonde se escondem as estrelas?
Pode ser que saíram de fininho...
Esconderam-se entre a escuridão da noite...
Ou talvez, estavam namorando com a lua...
Transformando a noite...
Num despertar para o amor.
Aonde se escondem as estrelas?
Fugiram para o infinito...
Foram passear por outras constelações...
Mas, voltam logo...
Simplesmente estão aí...
Mostrando o céu de nossas vidas...
Pode ser iluminado...
Encantado e acima de tudo:
Repleto de beleza...
Com a luz e a infinidade do amor.
BRAVA GENTE BRASILEIRA
Marcelo de Oliveira Souza iwa
1ª Edição - Bahia
Amazônia verde sem igual
Índios, agricultores longe do litoral
Cerrado, planície sensacional,
Quem não deseja conhecer a ilha do Bananal?
Todo mundo louva o pantanal
Nordeste sofrido e sertanejo desigual...
Bahia, a terra do Dorival
Lacerda, pelourinho medieval
Praias e povo tradicional
Sudeste um mundo à parte
Todo lugar no Rio é arte
País do carnaval!
O outro país do chimarrão
Lindas gaúchas de plantão
Esporas e churrasco no varal
Tudo nesse mundo brasileiro
É sensacional.
Essa brava gente Brasileira
Tão diferente e tão igual
Todas elas na mesma
Unidade Nacional.
1ª Edição - Bahia
Amazônia verde sem igual
Índios, agricultores longe do litoral
Cerrado, planície sensacional,
Quem não deseja conhecer a ilha do Bananal?
Todo mundo louva o pantanal
Nordeste sofrido e sertanejo desigual...
Bahia, a terra do Dorival
Lacerda, pelourinho medieval
Praias e povo tradicional
Sudeste um mundo à parte
Todo lugar no Rio é arte
País do carnaval!
O outro país do chimarrão
Lindas gaúchas de plantão
Esporas e churrasco no varal
Tudo nesse mundo brasileiro
É sensacional.
Essa brava gente Brasileira
Tão diferente e tão igual
Todas elas na mesma
Unidade Nacional.
AGOSTO
Varenka de Fátima Araújo
1ª Edição - Bahia
Agosto sorriu para mim,
soprava um vento de moinho,
sem cabeça de dinossauro, era trégua de julho,
os agouros se foram
como baforadas dos cachimbos dos índios,
o mico não era meu,
pagam os que enchem os olhos de cobiças,
meus versos cantam com sentimentos
que vertem da mente,
veste uma ossada frágil,
com força de uma leoa, e,
vamos sofrendo, esperançosos
com os tempos de fartura,
irmãos
perdão o mundo está
parado no lamaçal
com bichos repugnantes,
entre senhas, uns cantam,
outros insanos, outros pedintes,
outros esfolham, outros escarneiam,
muitos fogem,
muito cuidado, as escolhas são de inteira
responsabilidade da vontade própria,
viver no arrependimento é uma prisão,
o céu é tão vasto que nunca tem fim.
O amor compensa.
1ª Edição - Bahia
Agosto sorriu para mim,
soprava um vento de moinho,
sem cabeça de dinossauro, era trégua de julho,
os agouros se foram
como baforadas dos cachimbos dos índios,
o mico não era meu,
pagam os que enchem os olhos de cobiças,
meus versos cantam com sentimentos
que vertem da mente,
veste uma ossada frágil,
com força de uma leoa, e,
vamos sofrendo, esperançosos
com os tempos de fartura,
irmãos
perdão o mundo está
parado no lamaçal
com bichos repugnantes,
entre senhas, uns cantam,
outros insanos, outros pedintes,
outros esfolham, outros escarneiam,
muitos fogem,
muito cuidado, as escolhas são de inteira
responsabilidade da vontade própria,
viver no arrependimento é uma prisão,
o céu é tão vasto que nunca tem fim.
O amor compensa.
PAZ
Rossidê Rodrigues Machado
1ª Edição – São Paulo
Paz! Harmonia, quietude de mente pacífica, sem egoísmo.
Paz! Ideal que tantos sonham, que desafia, que desperta.
Paz! A serenidade no olhar, no agir, na magia das palavras.
Paz! Perdão, nobre do que salva a vida! Um sim à acolhida!
Paz!
1ª Edição – São Paulo
Paz! Harmonia, quietude de mente pacífica, sem egoísmo.
Paz! Ideal que tantos sonham, que desafia, que desperta.
Paz! A serenidade no olhar, no agir, na magia das palavras.
Paz! Perdão, nobre do que salva a vida! Um sim à acolhida!
Paz!
RECORDAÇÃO
Angélica Villela Santos
1ª Edição – São Paulo
Recordo-me com saudades
Dos tempos que lá se vão
E quando eu de tenra idade
Brincava com meu pião
Recordo-me com saudade
De minha terra natal
Um rio...Além da cidade
E frutas no meu quintal
Recordo-me com saudade
De minha escola na roça
Tão simples sem veleidade
Cultura numa palhoça...
1ª Edição – São Paulo
Recordo-me com saudades
Dos tempos que lá se vão
E quando eu de tenra idade
Brincava com meu pião
Recordo-me com saudade
De minha terra natal
Um rio...Além da cidade
E frutas no meu quintal
Recordo-me com saudade
De minha escola na roça
Tão simples sem veleidade
Cultura numa palhoça...
RASTROS E LEMBRANÇAS
Alaíde Souza Costa
1ª Edição - Sergipe
Os rastros que eu deixei um dia, me trouxeram as lembranças! E o passado voltou com todo vapor e me fez chorar. Porém, embora eu estivesse triste, o que veio à minha mente, naquele momento, foi uma lembrança de infância.
De repente, eu me vi acordando e saindo do quarto. Encontrei-me com mamãe, sentada à mesa, tomando chá. Eu, sentindo o cheiro gostoso de canela, fui logo pedindo um pouco. Esse foi o chá mais gostoso que já tomei em minha vida!
Naquela época, eu era uma criança. E por esse motivo, não me preocupei em indagar, o porquê de minha genitora estar acordada, àquela hora da madrugada. Hoje, eu lamento nunca ter perguntado a ela...
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