quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

DE QUALQUER JEITO


MARLETE ALVES
1ª Edição - Sergipe

Quero sentir o que puder sentir
Compartilhar e viver amores
Quero fazer coisas incríveis
Quando puder, subtrair horrores
Quero fazer um monte de besteiras
Besteiras daquelas bem cabeludas
Quero quebrar minha cara
Quebrar sem precisar de ajuda
Quero correr sem contar o tempo
Estar aqui, além ou ali
Valorizar os simples momentos
Me libertar das dores que sofri
Quero cantar uma música sorridente
Quero repleto meu eu sentimental
Quero acordar um dia natural
Despreocupada, feliz, contente
Que o paraíso não seja incompleto
Que a alma seja sutil reparadora
Quero soltar o meu grito poético
Não quero ser caça, nem caçadora
Eu quero, eu posso, eu tenho
Eu faço, eu amo, eu aceito
Tudo é de qualquer jeito
Sigo vivendo, vou continuando
É desse jeito como estou falando
Só tem um jeito e vou ajeitando
Fazendo o que me é de direito
É com respeito que sigo poetizando.

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